16 de junho de 2007

A louça crescia a olhos vistos para menina lavá-la (salvá-la). Pratos sujos empilhavam-se. As colheres saltavam de cima dos copos de vidro mergulhando no resto de arroz do almoço, desafiadoras feito punhais.

- Lavar ou não lavar. Lavar ou não lavar!
Por que a poesia me abandona nos momentos mais difíceis?

Até que, corajosamente, decidida a encarar seu inter-relacionamento forçado com a pia, ela teve uma surpresa: as taças, benditas taças que tocadas de leve entoam divinas músicas angelicais, esses pedaços de cristal tímido, cantaram tão lindamente que até as panelas saíram do armário para espiar...

Um comentário:

Marcela disse...

Pri qrida!!!
que blog lindo... todo poéico!!!!
nossa, estou fazendo a festa aqui!!!
admirando cada detalhe, cada foto, cada música!!!
parabéns....
ps: mas como eu não soube disso antes??? rssss
beijossss

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