3 de setembro de 2007

{Um pré.s.: Esse texto foi escrito no dia 24 de agosto. Foi quando o Chuck, meu melhor amigo amicíssimo, me deu um lençol todo risonho... Aí eu fui pra casa no ônibus pensando no que poderia fazer com tão lindo presente. E foi assim...}

Com seu presente posso fazer uma cabaninha para os carneiros que você me deu quando começar a chover. Uma cortina em dias cinzas para tudo ser sempre colorido. Jogar para o alto, vendo-o rodopiar no ar... Dormir abraçada (lembrando as curvas dos desenhos tão parecidas com o arco-íris dos seus olhos). Tapete voador do senhor Aladin, ou manto da bela Princesa? Voltar para os anos 70, Janis Joplin, desenhos psicodélicos... Quando cansar, me enrolar nele e desaparecer! Na cintura, um vestido de festa. No pescoço, capa de super-herói japonês! Ou botar na cabeça, como turbante do mágico, do muçulmano ou da senhora que vai à feira fazer compras e escolhe delicadamente cada legume. Forrado no chão: piquenique. Na árvore: bandeira. Rede de descanso nos dias amarelos. Amarrado permite escalar a alta janela da Rapunzel (que agora aderiu à moda do cabelo curto e repicado). Esperança nos dias esverdeados. Esticado no varal lembra nuvens se mexendo com o vento (zumm, zummm, zummmm). Cobertor para nenéns recém-nascidos. Cobertor para crianças crescidas também.

Ah!... tantas utilidade num só presente!
Tanto amor numa só pessoa.
Tanta amizade numa só vida.

:)
(te amo)

{pós.s.: E nesse dia eu tive certeza que o maior presente que ele poderia me dar era... ele! Simples assim.}

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