21 de julho de 2009

Além do céu.

Esse campo tem horizontes maiores,
não menos distantes,
mais bonitos talvez.
Sou canções para chegar lá.
Vou escorregando de mãos dadas com o sonho
de ser grande.
Passageira, do ventre aos pés,
mistério solitário
sob nuvens do universo.
Não quero menos que o mundo,
porque sou mundo também.
Por querer tudo, tudo sou eu.
Ciranda nos braços da roda
do amor.
Entre fardo e luz, criatura perdida,
que salta abismos para voltar


e volta.

Um comentário:

Verônica H. disse...

Adoro poesia e é dificl achar quem escreva atualmente. as suas são muito belas, gostei muito dessa e de 'ensaio sobre a fatalidade e a escolha'.

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