16 de fevereiro de 2010

Líquida

Quando os Deuses dividirem as funções novamente,
estarei na fila dos oceanos,

para refletir a lua, tal qual o imaginário dos amantes.
Quero ser azul, plácida e azul.
Sem fim, nem começo, só uma imensidão
entregue ao ritmo encantado do mundo.

Desejo ardentemente uma paz líquida

feito o útero que não volta mais.

Um comentário:

Gaby Soncini disse...

Priscila que lindo *.*

type='text/javascript'/>