20 de setembro de 2008

Marcelo Camelo é fim de tarde olhando pro mar.
É visitar Rio de Janeiro sem ir.
É língua Portuguesa sem gramática,
mas também lição de casa.
Tímido passarinho que senta na mão da gente.
E a gente fecha o olho pra guardar na memória
de tanto que o coração dispara.
E a gente pensa, quando ouve ele, que não vai sarar.
Mas ele canta assim bem azul,
com mãos estendidas na canção.
Aí dói menos,
até sarar.
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